"Em termos pessoais, este prémio é o reconhecimento de um trabalho que iniciei há cerca de dez anos" e que se tem focado na tentativa de identificação de biomarcadores para estas doenças e no desenvolvimento de novos alvos terapêuticos. O especialista afirma que esta distinção é também "motivo de satisfação" para a comunidade nacional por ser também um reconhecimento do trabalho que a Gastrenterologia portuguesa e os jovens especialistas têm realizado nos últimos anos.
Este prémio poderá vir a "abrir portas" para outras investigações, já que no âmbito das doenças raras "é impossível trabalhar sem a colaboração de outros centros", sendo que, para o Prof. Doutor Rodrigo Libera, esta é uma oportunidade para se estabelecerem contactos e parcerias com investigadores de outros países com objetivos em comum.













































































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