Em 2013, devido à evidência de tuberculose pulmonar, o doente em questão suspendeu o tratamento com biológicos para a doença de Crohn, enquanto sob terapêutica para a tuberculose, tendo retomado o tratamento após resolução do quadro.
Em 2016, intensificou o tratamento pelo aparecimento de uma fístula entrocutânea. No entanto, em 2017, “o doente foi admitido na urgência por um quadro de febre e um aumento da drenagem pela fístula entrocutânea, o doente tinha uma avaliação pela pneumologia duas semanas antes que excluiu tuberculose latente”. A realização de vários exames confirmou “o diagnóstico de tuberculose disseminada”.
O especialista salientou que “este caso exemplifica os desafios no tratamento da doença inflamatória com biológicos e as limitações do rastreio da tuberculose latente” e concluiu que “o encerramento da fistula entrocutânea após tratamento para a tuberculose disseminada tornou a distinção entre a doença de Crohn complicada e a tuberculose disseminada mais complexa”.













































































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